Solaris
O Berço da Civilização
Farol imperial de mármore e ouro, protegido por doze Cúpulas de Ressonância. Sob sua utopia sagrada, burocracias, arenas e pactos ocultos alimentam a falsa perfeição da luz.

Sintonizando a Ária com a Grade de Arkanum…
Quinta Era · Ano 4.890 da Criação · O Outono Eterno
Em um universo consumido pelo Outono Eterno, a inércia do mal corrói a realidade. Neste cenário de densas sombras, somente as mais fervorosas Centelhas ousam resistir.
Mundus não é um conto de fadas onde o mal é um acidente perfeitamente corrigível. É fantasia épica e horror cósmico vivendo um Outono Eterno — o ponto focal onde as escolhas são permanentes e a guerra espiritual ocorre nas trincheiras de um mundo que insiste em decair.
Do tamanho de Júpiter, esmagado sob uma gravidade de 25G. Tudo aqui é denso, pesado e sustentado pela Grade de Arkanum; a vida não é frágil, pois teve de ser forjada em densidade brutal para não ser obliterada.
A inércia natural do universo aponta para baixo: o metal enferruja, reis viram tiranos e a natureza se desvirtua. A corrupção do Usurpador e a entropia do Vazio são radiações predatórias e ativas.
Heróis não buscam meramente ouro e fama. Como a Lei do Limiar impede a descida física de seres superiores, os portadores da Centelha são o sistema imunológico do universo, a equipe de limpeza que atua onde os Acordes não podem pisar.
Ser honrado em Mundus é rebelar-se contra o universo. O heroísmo exige sacrifício e a recusa visceral em render-se à Acedia — a perigosa indiferença de um mundo exausto que já aceitou o fim.
“O corpo é o cálice; a Centelha é o vinho.”
A Centelha não é uma simples "bateria", mas a Autoridade Delegada — a assinatura do Criador no seu peito. Ter a Centelha é ser um dínamo vivo que o universo reconhece e obedece. Ela funciona como uma lente: sua vontade foca o poder divino para alterar a realidade e nadar contra a corrupção do mundo.
O que outros mundos chamam de "mana", em Mundus chamamos de "Ária". A vida e a magia em Mundus não vêm de um combustível bruto, mas da capacidade de ressoar com o fôlego do Criador. Agir com heroísmo ou conjurar um milagre é entrar em Sintonia com a música do universo para forçar a realidade a obedecer à Ordem.
O mal em Mundus é literal. O pecado, ou Dissonância, não é apenas uma infração moral, mas um erro de alvo: é tocar uma nota que a partitura da criação não dá suporte. Seja pela arrogância do ego ou pela apatia do desespero, desafinar na Sinfonia torna a Centelha exausta, pesada e presa à inércia do mundo.
Heróis não estão presos a um destino engessado. A Sub-criação é a liberdade real concedida aos mortais para improvisar os seus próprios "solos" nas lacunas da partitura divina. Não se trata apenas de lançar feitiços, mas de Convocar a Ordem sobre o caos a cada escolha.
Não são mecânicas genéricas. São as leis invisíveis da realidade — forças cósmicas e estruturas metafísicas transformadas em jogo.
300+
Classes
de Comuns a Lendárias
120
Linhagens
entre Raças e Variações
72
entre Origens & Arquétipos
6 pontos de partida e 12 variações de cada
6
Fases Cósmicas
51 energias distintas
100
Níveis
alcançados através da Engenharia da Alma
∞
Escala Mitológica
projetada para crescer sem perder equilíbrio
600+
Dádivas
todo poder exige um preço
∞
Combinações
nenhum herói é igual ao outro
Esqueça listas de feitiços engessadas; a magia é a linguagem de programação da realidade. Gerencie seu Orçamento de Complexidade para combinar Elementos e Palavras-Chave, permitindo que você forje suas próprias magias do zero na mesa.
O nível 10 é o ápice de qualquer mortal. Para ir além, é preciso dilatar a própria Centelha em rituais grandiosos e recomeçar em um novo ciclo. Cada recomeço preserva tudo o que foi conquistado, permitindo ascender gradualmente até o nível 100.
Poder tem um preço. Mais de 600 Dádivas permitem moldar personagens únicos, mas cada escolha pode trazer fraquezas, obsessões e cicatrizes permanentes.
De duelos entre aventureiros a guerras entre deuses, Mundus foi projetado para crescer sem perder consistência. A progressão alcança patamares mitológicos mantendo o equilíbrio matemático do sistema.
Cada região possui sua própria frequência, sua própria luz e sua própria atmosfera — ressonâncias distintas da Nota que sustenta a existência.
O Berço da Civilização
Farol imperial de mármore e ouro, protegido por doze Cúpulas de Ressonância. Sob sua utopia sagrada, burocracias, arenas e pactos ocultos alimentam a falsa perfeição da luz.
O Cadinho das Areias
Um continente de dunas vivas, cidades suspensas e ruínas saturadas por sangue arcano. Em Ofir, a sede gera impérios, profetas, miragens e pactos perigosos pela promessa da água.
O Jardim da Graça
Santuário élfico de beleza impossível, protegido pelo Manto Verde. Suas árvores-catedral guardam milagres vivos, mas sua perfeição isolada recusa cura ao mundo que apodrece lá fora.
A Terra dos Tronos Vazios
Continente tecno-arcano movido por Sanguínel, a memória cristalizada do tempo. Máquinas, dragões e teocracias queimam lembranças para sustentar uma realidade que enferruja.
O Reino do Juramento
Terra de brumas, castelos e votos sagrados, onde o Véu de Avalon julga o coração dos viajantes. Honra e linhagem sustentam uma nobreza que esconde podridão sob armaduras polidas.
O Coração na Bigorna
Império subterrâneo de clãs, forjas e cidades verticais. Khazardon ora por engrenagens, anula magia com ferro e sustenta Mundus através de ferrovias impossíveis sob oceanos e montanhas.
A Guerra dos Semideuses
No Lado Oculto de Mundus, a Ária bruta transborda em reinos colossais. Imperadores, campeões e relíquias alienígenas mantêm uma paz frágil chamada Grande Acordo de Sangue.
Anomalias da Criação
Fronteiras onde a cartografia falha: ilhas que mudam de lugar, pântanos indomáveis e uma Torre Submersa que desce como uma Babel invertida rumo ao abismo.
Uma interface forjada na estética de Arkanum. Screenshots reais e visões artísticas dos sistemas que dão vida à sua jornada.

Sua resistência reunida em um só lugar.

Criação de personagem guiada, de Raça à Origem.

Compondo Cimática com Palavras-Chave.

Relíquias, peso e Sanguínel.

A Taverna e o diário da jornada.
“O universo é uma Catedral de Cimática moldada pelo Som Primordial. As estrelas cantam e os mundos ressoam ao seu Criador — nós habitamos a Nota Sustentada de Agnis.”
— Fragmento das Partituras Eternas
A forja ainda arde. Entre para a fila do Beta e seja avisado no instante em que a Ficha Viva de Mundus abrir suas portas — antes de todos.